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Sobre cinema e Rock n´ Roll

O cinema abraçou o Rock n´ Roll nos anos 50 na trilha sonora do filme “O selvagem”, que contava com um jovem Marlon Brando como protagonista.

“Juventude Transviada” clássico com James Dean, “Sementes da Violência” com Glenn Ford e os longas estrelados por Elvis Presley, são exemplos da parceria Rock+Cinema que marcaram o final dos anos 50 e início dos anos 60.

Já na década de 80, não há como não lembrar do ousado projeto do Pink Floyd, The Wall. E do personagem de Michael J. Fox, Marty McFly, e seu cover de Chuck Berry no filme “De Volta para o futuro”.

Tentar puxar da memória tudo o que rolou dessa parceria através das décadas é um trabalho impossível. E citar todos os títulos, desde ficções, aos documentários produzidos até hoje rende uma lista definitivamente imensa.

O que resta, é citar as 10 películas que mais marcaram esses meus 27 anos de existência.

Enjoy!

Rock Star – 2001

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Mark Wahlberg interpreta um fã que experimenta o gosto da fama ocupando o lugar do vocalista da sua banda de heavy metal favorita.

 The Wonders – 1996

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A banda foi criada para o cinema, mas algumas de suas canções originais fizeram sucesso além das telonas.

Detroit Rock City – 1999

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O filme conta a história de um grupo de adolescentes, que se consideram os maiores fãs do Kiss, fazendo de tudo para conseguir ingressos para assistir o show da banda.

 Botinada – 2006

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Documentário que conta a história do Movimento Punk no Brasil.

 Somos tão jovens – 2013

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Ao contrário do que parece, não trata-se de um filme exclusivamente sobre o Renato Russo.

Johnny e June – 2005

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O filme conta a história do cantor Johnny Cash (Joaquin Phoenix), desde sua juventude em uma fazenda de algodão, até o início do sucesso em Memphis. E claro, o encontro com June Carter.

 Faroeste e Caboclo – 2013

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A história da mais longa canção da Legião Urbana.

Escola de Rock – 2003

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Jack Black, interpreta um professor substituto que decide montar uma banda de rock com alunos de uma rígida escolar particular.

Scott Pilgrim contra o mundo – 2010

Scott Pilgrim Contra o Mundo

Scott Pilgrim (Michael Cera) tem 23 anos, integra uma banda de colégio e vive trocando de emprego. Sua vida muda, quando ele tem que derrotar todos os ex- namorados da sua nova paixão, Ramona.

Into The Wild – 2007

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Dirigido por Sean Penn, o filme conta a história de um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca de liberdade. O filme entrou  na lista, pois conta com trilha sonora exclusiva de Eddie Vedder.

Bônus: Tom Cruise cantando Free Falling no Filme Jerry Maguire – A grande virada

 
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Publicado por em 30 de março de 2014 em Primórdios do Rock

 

Psycho Peppers no Café Aurora

Sábado é dia de sair da toca. E a parada obrigatória da vez foi o Café Aurora, no Bixiga. A casa é ótima. Ambiente rústico, duas opções de palco e excelente atendimento. Como uma banda toca no intervalo da outra, você não perde nada. É pra sair esgotado mesmo!
O som ficou por conta das bandas Kashmir e Psycho Peppers.

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Imagem: Divulgação

Com um repertório recheado de grandes clássicos do rock, a banda Kashmir subiu ao palco e agitou o público da casa. Os caras deram uma escorregada na letra de Aerials, do System of Down, mas compensaram com uma apresentação espetacular de Bohemiam Rhapsody, do Queen.

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Imagem: Divulgação

Mas quem surpreendeu mesmo foram os caras do Psycho Peppers – banda cover de Red Hot Chili Peppers, na ativa desde 2006.

Mesclando grandes clássicos com os novos sons dos Chili Peppers, a banda fez uma apresentação espetacular, digna de cover oficial. A animação do vocalista Alan Simaro contagiou o público e manteve o show no alto o tempo todo.

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Pra quem é fã de Red Hot e tá afim de conferir os Psycho Peppers, só clicar http://bit.ly/PsychoPeppers

 

 
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Publicado por em 19 de agosto de 2013 em Eu fui, vi, ouvi e acho que...

 

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Um dia sem rock não significa nada… Long live! \m/

Um dia sem rock não significa nada... Long live! \m/

 
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Publicado por em 13 de julho de 2013 em Primórdios do Rock

 

Não deixe o mar te engolir

Passei “quase” o dia todo pensando em o que escrever sobre a morte do Chorão. Então cheguei a seguinte conclusão:

– Nunca comprei um CD da banda;

– Nunca baixei uma música;

– Nunca fui a um show;

– Nunca curti a página do Facebook “Frases do Chorão”.

Com esses “nuncas”, não conseguia responder a mim mesma “por que me sinto abalada com a morte do Chorão, sendo que a banda (para minha humilde pessoa), tinha acabado há tempos?”.

Uma única palavra como simples e verdadeira resposta: nostalgia.

Tenho vinte e poucos anos. Quando o Charlie Brown Jr começou a fazer sucesso, eu era apenas uma criança que assistia a MTV escondida da minha mãe (medo de levar uma surra por ver um canal que não era de desenhos – foi neste tempo que descobri muita música boa).

Em alguns destes momentos, me deparava com os clipes da banda e começava a cantar junto. Sem esquecer que comecei a assistir “Malhação” por conta de uma música deles (e que eu queria ter assunto para falar com minhas “coleguinhas” de classe – não gostava muito das histórias).

Charlie Brown Jr

Charlie Brown Jr

E com o passar dos meses (e anos) as músicas da banda foram emplacando sucesso nas rádios e no Disk MTV. Afinal, não existia Youtube para você escutar na hora que quisesse.

O tempo foi passando, e o gosto musical ficando mais “refinado”. Deixei de escutar Charlie Brown Jr para conhecer outras bandas de estilos e letras diferentes (foi um momento tão intenso da minha vida que até estourei o supercílio). É como deixar a boneca de lado e começar a pensar em garotos e maquiagem (no caso, Charlie Brown Jr seria a boneca).

Até que um dia, o cara que escrevia letras como “não deixe o mar te engolir” (meus nove anos não me deixavam compreender perfeitamente o significado desta música) é encontrado morto. É como se alguém tivesse revirado uma caixa que você guarda coisas antigas, roubado um dos brinquedos que você curtia. Com isso você faz associações a sua infância, que te deixa nostálgico. Enfim, mexeram em algo que você não gostou.

Essa é a sensação que sinto. A perda de um “brinquedo” significativo da minha infância/pré-adolescência. Escutar as músicas desta banda fazem com que essa nostalgia apareça, e os bons momentos também.

Cada um tem seus problemas e procura a solução que acha necessária. Não vou discutir o motivo da morte do Chorão. Deixo apenas registrado o meu sentimento de perda.

Vai na paz

Vai na paz

–Só gostaria de saber se o Chorão conseguiu descobrir se azul é a cor da parede da casa de Deus–

 
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Publicado por em 7 de março de 2013 em O que aprendi

 

Clássicos do Futuro

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Foi ao ar hoje o primeiro “Clássicos do Futuro”, novo programa da rádio Kiss FM de São Paulo. A nova aposta da emissora, que se tornou referência quando o assunto é rock n´roll, promete apontar os futuros grandes clássicos do rock. O programa conta com a apresentação de Marcelo Andreassa e vai ao ar de segunda a sexta, às 15h.

Como uma fã louca pela Kiss é óbvio que acompanhei o primeiro programa na íntegra.

Não se iluda ou fique triste pensando que vai ouvir as novas “bandas dos últimos tempos da última semana”. O que deu pra sentir é que vamos ouvir os velhinhos de sempre com os seus novos sons. O que é lindo!

Minha modesta opinião? O programa já é sucesso e certamente vale a audiência!

 
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Publicado por em 4 de fevereiro de 2013 em Eu fui, vi, ouvi e acho que...

 

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São Paulo Rock 70

Pra quem tá de bobeira em São Paulo a boa pedida é o projeto “Sonoridades São Paulo Rock 70”. Além dos shows que vão rolar durante os meses de janeiro e fevereiro, o projeto também conta com uma exposição de fotos revelando os momentos marcantes da história do Rock Nacional nos anos 70.

Confira a programação completa no site do SESC Belenzinho: http://bit.ly/10sSZLf

Rita Lee - 1977 - Refestança - Rita Lee e Gilberto Gil

Vale lembrar que a exposição é gratuita e você ainda conta com uma sala especial cheia de puffs para relaxar ao som de Novos baianos, Raul Seixas, Mutantes, Secos e Molhados, Casas das Máquinas, entre outros.

Os fones e iPods são individuais, então você não corre o risco de ouvir o que não quer.

Rock on!

 
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Publicado por em 26 de janeiro de 2013 em Eu fui, vi, ouvi e acho que...

 

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A volta da rádio rock

radio rock

Com a volta da rádio rock, 89FM, pro dial de São Paulo, impossível não lembrar dos velhos tempos de Street Rock no Parque do Ibirapuera.

Se você tem entre 25 e 30 anos hoje, provavelmente se lembra dos porres de vinho barato e das tardes de domingo ao som de inúmeras bandas independentes. O preço do ingresso era 1 kg de alimento. Quer maneira mais barata de se consumir Rock n´Roll quando a única renda que você tem é a do sutiã?

Claro que as coisas mudaram e hoje em dia eu não ousaria botar o pé naquela zona. Mas vale sempre lembrar do que foi bom um dia e fez da gente o que somos hoje.

 
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Publicado por em 17 de janeiro de 2013 em Eu fui, vi, ouvi e acho que...

 

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