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Arquivo mensal: maio 2012

Rockabilly

Uma reboladinha around the clock…

Vai me dizer que você nunca tentou?

Around the Clock do Bill Haley foi a música de partida deste que é um dos muitos subgêneros do Rock n’ Roll e que surgiu logo depois que Chuck Berry contagiou a juventude americana.

O Rockabilly nasceu em meados dos anos 50 da mistura do Rock (aquele que citamos no post anterior) e da música Country.

É o tipo de ritmo que você começa batendo o pé discretamente e quando menos espera, tá dando rodopios no meio do salão. Isso mesmo, aquele dos garotos de topete e das mocinhas de cintura fina e saia rodada que a gente adora imitar em festa temática dos anos 50.

Como principais nomes que espalharam o “rock rebolado” pelo mundo,podemos citar:

Bill Haley and The Comets

Jerry Lee Lewis

Johnny Cash

AH! E um tal de Elvis!

Quem não conhece pelo menos uma música desse cara, tá liberado cortar os pulsos agora.

Mesmo com um Elvis (que dispensa qualquer tipo de apresentação), o Rockabilly não sobreviveu por muito tempo, em 1958 já estava dando adeus ao mundo.

O rebolado caiu em desuso no ano de falecimento da mãe de Elvis, período mais dramático e que marcou definitivamente a sua vida pessoal.

Elvis deixou sua marca e muitas saudades.

O Rockabilly teve seu fim  decretado assim que alguns britânicos invadiram a “praia” americana. Mas isso vocês vão saber no próximo post.

 
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Publicado por em 25 de maio de 2012 em Primórdios do Rock

 

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Negros do Rock – A origem do Rock n’ Roll

Um belo dia estava eu passeando por esse mundo fascinante chamado internet, lendo curiosidades sobre a origem do Rock. Até que nosso querido Google me levou a seguinte publicação:

“Existe algum cantor negro de rock?”

Clique aqui se quiser ver o absurdo.

Quase cai da cadeira e cuspi tudo que estava comendo em cima do teclado.

Enfim, aos desavisados e aos curiosos. Vamos lá.

O Rock n´Roll tem sua origem na música negra. Sim, ele surgiu da mistura do Blues R&B e música gospel (aquelas animadonas que a gente vê em filme americano). Foi o tempo que transformou essa música de origem escrava em um estilo musical “branco”.

Isso culpa de um tal de Elvis Presley e seu rebolado, no final da década de 50 e inicio dos anos 60.

Mas, vamos aos primórdios

Quando nosso amigo Robert Johnson se encontrou com o diabo numa encruzilhada com a intenção de se tornar o maior cantor de Blues  de todos os tempos, ele não só deu origem ao mito “o diabo é o pai do rock” como ensinou os primeiros passos para o Rock se levantar e sair andando.

Robert morreu aos 27 anos, isso te lembra algo?

Depois que o Blues passou a chamar atenção das gravadoras americanas, com suas canções  com forte teor de sofrimento escravo, trabalho, amor e luta, surgem os anos 50.

O blues ganha mais ritmos nas guitarras de B.B King , Chuck Berry e Little Richards.

É ele mesmo, o tio Chuck!

Dizem por ai que ele inventou o Rock n´Roll, dá uma olhadinha no vídeo ae e diz se vc concorda.

O pai de Chuck era pastor de uma igreja protestante (olha o contato com a música gospel). Aos 14 anos ele conheceu uma guitarra, amor a primeira vista, logo em seguida, tio Chuck foi parar num reformatório (Quem nunca?). Rockeiro que é rockeiro tem que ter postura e rebeldia.

Foi em 1955, com a canção aí de cima, que se chamava “Ida May” e logo passou a se chamar “Maybelenne” que o tio Chuck ocupou  o quinto lugar das paradas musicais americanas.

O segredo de Chuck Berry era prestar atenção na galera e dar a plateia o que eles queriam.

Foi assim que ele imortalizou canções como, “Roll Over Beethoven” de l956 , “Sweet Little Sixteen” de 1958 e “Johnny B. Goode” de 1958 ( É, aquela do filme “De volta para o futuro II”).`

Teve gente protestando contra o mal – uso do dinheiro público quando decidiram fazer uma estátua em homenagem ao tio Chuck em St. Louis. Tudo isso porque em 1962 Chuck foi preso por cruzar a fronteira estadual com uma mulher para “propósitos imorais”.

Shame on you, menino fora-da-lei!

Resultado do protesto…

 FUCK YEAH!!!!

 
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Publicado por em 17 de maio de 2012 em Primórdios do Rock

 

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Negros do Rock – Part II

Seguindo o gancho de que “existe algum cantor negro de rock?”, encontramos o “Grande” Little Richard (ou Richard Wayne Penniman).

Para aqueles que não o conhecem (típico do conheço a música mas não o cantor), seu primeiro sucesso foi “Tutti Frutti”, de 1955 (sim, aquela canção super básica que toca em festas anos 50/60).

Nascido em Macon (Estados Unidos), cresceu influenciado por uma mistura de Rhythm & Blue com música gospel, mas “dando uma aceleradinha” no piano. Devido a isso, ocasionou um “salto” para o sucesso. Com uma carreira “super hiper mega fast”, outras músicas de Little colaram na cabeça dos “brotos” da época: Lucille, Keep a Knockin, Rip it up, Long tall Sally, Jenny Jenny.

Elviz Presley, um grande “gozador”, regravou algumas de suas músicas, mas isso é tema para um outro post.

Mas “se tudo na vida que é bom, dura pouco”, já dizia a minha avó, Richard resolveu sair  “do sucesso” em 1958, após algumas polêmicas relacionadas a sua sexualidade (sim minha gente, ele é gay). Aproveitou também para se tornar pastor e gravar um álbum de música gospel.


Meados anos 1960 voltou a cena, abriu shows dos Beatles e Roling Stones, mas não conseguiu o mesmo sucesso pelo qual “tutti-fruti”alcançou. Todavia, ele está por aí. Gravou um ou outro álbum voltados ao soul e sempre participa daqueles eventos nostálgicos dos “anos de ouro”.

Bons tempos.

Outro “da cor do pecado” no rock é Jimi Hendrix (ou Johnny Allen Hendrix).

Com sua guitarra crua e o uso de amplificadores distorcidos, fez história na espécie de “revolução da música”. Algo como deixar mais “rock and roll” músicas pensadas em bases de blue, R&B e soul.

Hendrix conseguiu sucesso inicialmente na Europa, e depois de um tempo, conquistou a América (do Norte, pois o restante, bom, demorou um pouco). Seu álbum de estreia, Are You Experienced, foi muito bem recebido pela crítica, obrigado, e as músicas mais “marcantes” são: “Purple Haze”, “Foxy Lady”, “Fire”, “Hey Joe”, “Voodoo Child (Slight Return)”, “All Along the Watchtower” e “Spanish Castle Magic”. Depois chegaram os discos “Axis: Bold as Love” e “Eletric Ladyland”.

Para a tristeza dos fãs, Hendrix partiu pra outra em 18 de setembro de 1970, aos 27 anos (tema de uma outra batalha) e sua morte nunca “esclarecida” (remédios para dormir, drogas, várias hipóteses foram levantadas pela imprensa). Ele deixou um legado de inspiração na maneira de tocar guitarra: foi uma espécie de revolucionário em amplificadores e guitarras modernas (além de ter sido canhoto).

 
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Publicado por em 17 de maio de 2012 em Primórdios do Rock

 

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Pra aqueles que ainda acham que Rock não é coisa de negão…

Phil Lynott morto em 1986, vocalista, baixista e principal compositor do Thin Lizzy.

Lauro Farias, baixista e Marcelo Falcão, vocalista e compositor do O Rappa.

Lenny Kravitz, Rockeiro, produtor e pegador.

Derrick Green, vocalista do Sepultura

Clemente, vocalista da banda punk Inocentes, atual vocalista da Plebe Rude.

 Living colour dispensa apresentações, né gente?

 
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Publicado por em 12 de maio de 2012 em Primórdios do Rock

 

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