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Negros do Rock – Part II

17 maio

Seguindo o gancho de que “existe algum cantor negro de rock?”, encontramos o “Grande” Little Richard (ou Richard Wayne Penniman).

Para aqueles que não o conhecem (típico do conheço a música mas não o cantor), seu primeiro sucesso foi “Tutti Frutti”, de 1955 (sim, aquela canção super básica que toca em festas anos 50/60).

Nascido em Macon (Estados Unidos), cresceu influenciado por uma mistura de Rhythm & Blue com música gospel, mas “dando uma aceleradinha” no piano. Devido a isso, ocasionou um “salto” para o sucesso. Com uma carreira “super hiper mega fast”, outras músicas de Little colaram na cabeça dos “brotos” da época: Lucille, Keep a Knockin, Rip it up, Long tall Sally, Jenny Jenny.

Elviz Presley, um grande “gozador”, regravou algumas de suas músicas, mas isso é tema para um outro post.

Mas “se tudo na vida que é bom, dura pouco”, já dizia a minha avó, Richard resolveu sair  “do sucesso” em 1958, após algumas polêmicas relacionadas a sua sexualidade (sim minha gente, ele é gay). Aproveitou também para se tornar pastor e gravar um álbum de música gospel.


Meados anos 1960 voltou a cena, abriu shows dos Beatles e Roling Stones, mas não conseguiu o mesmo sucesso pelo qual “tutti-fruti”alcançou. Todavia, ele está por aí. Gravou um ou outro álbum voltados ao soul e sempre participa daqueles eventos nostálgicos dos “anos de ouro”.

Bons tempos.

Outro “da cor do pecado” no rock é Jimi Hendrix (ou Johnny Allen Hendrix).

Com sua guitarra crua e o uso de amplificadores distorcidos, fez história na espécie de “revolução da música”. Algo como deixar mais “rock and roll” músicas pensadas em bases de blue, R&B e soul.

Hendrix conseguiu sucesso inicialmente na Europa, e depois de um tempo, conquistou a América (do Norte, pois o restante, bom, demorou um pouco). Seu álbum de estreia, Are You Experienced, foi muito bem recebido pela crítica, obrigado, e as músicas mais “marcantes” são: “Purple Haze”, “Foxy Lady”, “Fire”, “Hey Joe”, “Voodoo Child (Slight Return)”, “All Along the Watchtower” e “Spanish Castle Magic”. Depois chegaram os discos “Axis: Bold as Love” e “Eletric Ladyland”.

Para a tristeza dos fãs, Hendrix partiu pra outra em 18 de setembro de 1970, aos 27 anos (tema de uma outra batalha) e sua morte nunca “esclarecida” (remédios para dormir, drogas, várias hipóteses foram levantadas pela imprensa). Ele deixou um legado de inspiração na maneira de tocar guitarra: foi uma espécie de revolucionário em amplificadores e guitarras modernas (além de ter sido canhoto).

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Publicado por em 17 de maio de 2012 em Primórdios do Rock

 

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