RSS

Dia do orgasmo

Hoje é dia do orgasmo. Pra homenagear esse dia que amanheceu tão lindo, só pra alguns, fizemos uma lista com os 6 maiores pegadores da história do rock.

 

6. Paul Stanley guitarrista e vocalista do Kiss

 

5.  Gene Simmons vocalista e baixista do Kiss

4. Keith Moon baterista do The Who

3. A polêmica Courtney “Crazy” Love

2.Tommy Lee baterista do Motley Crue

1. O primeiro lugar é do super pegador Mick Jagger

 
Deixe um comentário

Publicado por em 31 de julho de 2012 em Batalha Notícias

 

Tags: , , , , ,

A invasão inglesa

O cenário musical inglês andava bem agitado nos anos 60. A visita de alguns dos astros americanos da primeira geração do rock, desencadeou no surgimento de 350 bandas “amadoras” na terra da rainha.

Considerada uma banda revolucionária, os “Fab Four” desembarcaram nos EUA em 1964 e mudaram o comportamento da geração dos anos 60 com suas letras marcantes e um visual totalmente fora dos padrões.

Das baladas pop ao rock psicodélico trabalhados de maneira inovadora, os Beatles se tornaram a banda mais popular da história do rock.

Depois que a Beatlemania se alastrou feito praga, o rock inglês conquistou de vez os corações na terra do Tio Sam.

Em 1965, o top 10 anunciava uma outra banda como principal representante da invasão inglesa:

Com 50 anos de carreira, The Rolling Stones é uma das mais antigas bandas ainda na ativa.

Apaixonados por Blues e Rock n’roll, os Stones se lançaram como uma banda de R&B em 1962.

Uma curiosidade: segundo Jagger, a música Sympathy for the devil  foi inspirada por uma visita a um centro de candomblé na Bahia.

Muitas outras bandas marcaram esta fase e entraram pra história na batalha do Rock inglês por reconhecimento.

The Who formada em 1964

The Yardbirds que teve em sua composição músicos como Eric Clapton, Jeff Beck e Jimmy Page.

Led Zeppelin, formada em setembro de 68.


Pra finalizar, The Animals! \m/

 
Deixe um comentário

Publicado por em 25 de julho de 2012 em Invasão Inglesa e os anos 70

 

Tags: , , , , , , ,

Batalha Notícias | Morre Jon Lord, tecladista do Deep Purple

E a morte leva mais um do rock and roll. Jon Lord, tecladista do Deep Purple, nos deixou aos 71 anos vítima de embolia pulmonar. O músico também sofria de câncer no pâncreas.

Para quem não sabe, Lord foi um dos fundadores do Deep Purple, umas das mais importantes bandas do chamado “rock progressivo”. Seus “riffs” nos teclados influenciou muitos daqueles jovens que aprenderam a tocar guitarra, como “smoke on the water” (que também ajudou na composição da letra) e “Child of Our Time”.
R.I.P Jon Lord

Crédito – Deep-Purple.net

 
Deixe um comentário

Publicado por em 16 de julho de 2012 em Batalha Notícias

 

Tags: , , ,

Impressões sobre o Kiss Classic Rock Festival

Toda vez que alguém me convidava pra um show de banda cover eu pensava que seria no máximo divertido. Nada se compara ao original, isto é fato. A qualidade nunca era das melhores e não era diferente de qualquer outro show em rock bar. A companhia  sempre empolgava mais que o show, e era só por ela que eu ia.

No ultimo dia 13, dia mundial do rock, a cidade de São Paulo e eu fomos presenteadas com um espetáculo inesquecível.

Foram quatro bandas representando sua devoção pelo rock clássico.

A primeira a subir ao palco foi a brasileira, Love Gun. A banda homenageou o Kiss com uma apresentação razoável. Estavam bem caracterizados mas só empolgaram o público quando tocaram Rock n’roll all night.

A segunda banda foram os argentinos do The End, cover oficial de Pink Floyd. De arrepiar. A qualidade é impressionante, um show sensacional do começo ao fim.

A terceira apresentação ficou por conta dos italianos do U2 Zen Garden. Assim como o Love Gun, estavam muito bem caracterizados. Se não me dissessem que era cover, eu acreditaria que o vocalista era o próprio Bono.

A quarta, última e totalmente sem palavras. Foi a apresentação, dos também argentinos, God Save the Queen.

Sem sombra de dúvidas o melhor show de todos. Do visual à performance absolutamente tudo é fidedigno ao quarteto britânico.

No repertório da banda, somente os mais famosos clássicos do Queen.

Confesso, que “Love of my life” por pouco não me arrancou lágrimas.

Minha conclusão sobre tudo isso?

Se é pra fazer cover, que seja argentino. Os caras mandaram muito, muito bem.

 

Tags: , , , ,

Elvis e o “love me tender” – a canção que você escuta por tabela

Elvis, ah Elvis. O arrebatador de corações nos anos 1950. Aquele que todas as mães o “desejavam” como genro (é mesmo?), e deixava os rapazes com inveja. Ah Elvis… Quem nunca já ouviu “love me tender” por tabela em um casamento ou até mesmo numa declaração de amor? Culpa do Elvis.

O “galanteador” (ai, muito adjetivos) nasceu em 8 de janeiro de 1935, na cidade de East Tupelo, Estados Unidos. Antes da fama, fazia uns bicos por aí, desde lanterninha (existe ainda essa profissão?) a caminhoneiro. Então, para matar o tempo, cantava na estrada (ok ok, eu acho que ele fazia isso como “ensaio”), e rebolava nos postos de gasolina antes de seguir viagem (algo que requer muito treino e técnica)… Novamente, eu acho!

Após ter a inspiração da música gospel americana, um pouco de R&B e uma pegada country, Elvis gravou algumas músicas entre 1953 e 1954, e partir disso, o “rei do rock” (como ficou conhecido), começou a surgir. “Blue Moon Of Kentucky” foi seu primeiro single de sucesso (como é dito nos dias de hoje). “That’s All Right”, “Louisiana Hayride”, “Mystery Train”, “Baby, Let’s Play House”, e “I Forgot To Remember To Forget” começaram a influenciar os bailinhos da época.  Depois disto, chegou à fama (até filmes ele protagonizou).

Em meados anos 1960, lançou um disco com a pegada mais gospel da carreira: “How Great Thou Art”, que consquistou até um Grammy. No mesmo período, casou-se com Priscilla Beaulieu, e na década seguinte, divorciou. A partir deste “momento em sua vida”, os transtornos chegaram (até engordou!)

No dia 15 de agosto, após ele ter ao banheiro para ler (uma leitura matinal), aconteceu  um mistério. O corpo do cantor foi encontrado duas horas depois que ele foi pro “troninho” pela sua namorada na época, Ginger Alden. Dizem que a causa da morte foi colapso fulminante associado à disfunção cardíaca, todavia, muitos discordam do motivo.

Outros principais sucessos de Elvis foram:

“Hound Dog”, “Don’t Be Cruel”, “Love me Tender”, “All Shook up”, “Teddy Bear”, “Jailhouse Rock”, “It’s Now Or Never”, “Can´t Help Falling In Love”, “Surrender”, “Crying In The Chapel”, “Mystery Train”, “In The Ghetto”, “Suspicious Minds”, “Don’t Cry Daddy”, “The Wonder Of You”, “An American Trilogy”, “Burning Love”, “My Boy” e “Moody Blue”.

****

Ah, Elvis… S2

Quadro - Elvis

Até a redatora já mandou beijos para o Elvis (seu lindo!)

 

 

 

 

 

 

 

 

Há quem acredite que Elvis esteja vivo! Isso mesmo, “tirando um sarro da nossa cara”, ou indo em shows de “tributo ao Elvis” para assistir seus fãs a imitá-lo. Ou, quem sabe, fazendo um freela de final de semana e cantando “Love me tender” (quem disse que você não ouviria “Love me tender” por tabela?).

S2

 
1 comentário

Publicado por em 19 de junho de 2012 em Primórdios do Rock

 

Tags: , , , ,

Rockabilly

Uma reboladinha around the clock…

Vai me dizer que você nunca tentou?

Around the Clock do Bill Haley foi a música de partida deste que é um dos muitos subgêneros do Rock n’ Roll e que surgiu logo depois que Chuck Berry contagiou a juventude americana.

O Rockabilly nasceu em meados dos anos 50 da mistura do Rock (aquele que citamos no post anterior) e da música Country.

É o tipo de ritmo que você começa batendo o pé discretamente e quando menos espera, tá dando rodopios no meio do salão. Isso mesmo, aquele dos garotos de topete e das mocinhas de cintura fina e saia rodada que a gente adora imitar em festa temática dos anos 50.

Como principais nomes que espalharam o “rock rebolado” pelo mundo,podemos citar:

Bill Haley and The Comets

Jerry Lee Lewis

Johnny Cash

AH! E um tal de Elvis!

Quem não conhece pelo menos uma música desse cara, tá liberado cortar os pulsos agora.

Mesmo com um Elvis (que dispensa qualquer tipo de apresentação), o Rockabilly não sobreviveu por muito tempo, em 1958 já estava dando adeus ao mundo.

O rebolado caiu em desuso no ano de falecimento da mãe de Elvis, período mais dramático e que marcou definitivamente a sua vida pessoal.

Elvis deixou sua marca e muitas saudades.

O Rockabilly teve seu fim  decretado assim que alguns britânicos invadiram a “praia” americana. Mas isso vocês vão saber no próximo post.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 25 de maio de 2012 em Primórdios do Rock

 

Tags: , , , , ,

Negros do Rock – A origem do Rock n’ Roll

Um belo dia estava eu passeando por esse mundo fascinante chamado internet, lendo curiosidades sobre a origem do Rock. Até que nosso querido Google me levou a seguinte publicação:

“Existe algum cantor negro de rock?”

Clique aqui se quiser ver o absurdo.

Quase cai da cadeira e cuspi tudo que estava comendo em cima do teclado.

Enfim, aos desavisados e aos curiosos. Vamos lá.

O Rock n´Roll tem sua origem na música negra. Sim, ele surgiu da mistura do Blues R&B e música gospel (aquelas animadonas que a gente vê em filme americano). Foi o tempo que transformou essa música de origem escrava em um estilo musical “branco”.

Isso culpa de um tal de Elvis Presley e seu rebolado, no final da década de 50 e inicio dos anos 60.

Mas, vamos aos primórdios

Quando nosso amigo Robert Johnson se encontrou com o diabo numa encruzilhada com a intenção de se tornar o maior cantor de Blues  de todos os tempos, ele não só deu origem ao mito “o diabo é o pai do rock” como ensinou os primeiros passos para o Rock se levantar e sair andando.

Robert morreu aos 27 anos, isso te lembra algo?

Depois que o Blues passou a chamar atenção das gravadoras americanas, com suas canções  com forte teor de sofrimento escravo, trabalho, amor e luta, surgem os anos 50.

O blues ganha mais ritmos nas guitarras de B.B King , Chuck Berry e Little Richards.

É ele mesmo, o tio Chuck!

Dizem por ai que ele inventou o Rock n´Roll, dá uma olhadinha no vídeo ae e diz se vc concorda.

O pai de Chuck era pastor de uma igreja protestante (olha o contato com a música gospel). Aos 14 anos ele conheceu uma guitarra, amor a primeira vista, logo em seguida, tio Chuck foi parar num reformatório (Quem nunca?). Rockeiro que é rockeiro tem que ter postura e rebeldia.

Foi em 1955, com a canção aí de cima, que se chamava “Ida May” e logo passou a se chamar “Maybelenne” que o tio Chuck ocupou  o quinto lugar das paradas musicais americanas.

O segredo de Chuck Berry era prestar atenção na galera e dar a plateia o que eles queriam.

Foi assim que ele imortalizou canções como, “Roll Over Beethoven” de l956 , “Sweet Little Sixteen” de 1958 e “Johnny B. Goode” de 1958 ( É, aquela do filme “De volta para o futuro II”).`

Teve gente protestando contra o mal – uso do dinheiro público quando decidiram fazer uma estátua em homenagem ao tio Chuck em St. Louis. Tudo isso porque em 1962 Chuck foi preso por cruzar a fronteira estadual com uma mulher para “propósitos imorais”.

Shame on you, menino fora-da-lei!

Resultado do protesto…

 FUCK YEAH!!!!

 
Deixe um comentário

Publicado por em 17 de maio de 2012 em Primórdios do Rock

 

Tags: , , , , , ,

 
%d blogueiros gostam disto: